Olá gravidinhas! Hoje o post é bem especial para vocês. Adoro voltar no tempo e lembrar da minha gestação. Dá uma saudade daquele barrigão, das fantasias, das imaginações… Se você for mãe de primeira viagem então, nem imagina como é a verdadeira vida de mãe. Difícil imaginar, por isso é preciso viver para entender! Vamos ao assunto do dia: PILATES NA GESTAÇÃO! 

Não vou falar tecnicamente dos benefícios porque não sou uma profissional da área. O papo é sobre a minha experiência de ter feito o pilates grávida e para deixar o post ainda melhor e mais completo, temos outro exemplo: uma mamãe conhecida aqui do blog. Ela já apareceu algumas vezes por aqui. Amiga de blogueira sofre né?! (risos) Bem, Thais Coni é mãe de 2ª viagem e só na segunda gestação experimentou o pilates. Mas antes do depoimento de Thais, vamos ao meu!

Sempre fiz musculação. Quando descobri que estava grávida estava malhando pesado. Minha primeira atitude foi PARAR. Descobri minha gravidez muito no início e para poupar a fase dos 3 meses de risco, fiquei quieta. Após esse período e por ter pensado bastante, decidi sair da academia. Tinha medo de sofrer algum acidente. Eu normalmente sou daquelas que se bate nas coisas, que derruba peso, fico cheia de ‘potoca’ roxa nas pernas. Então ficava logo imaginando que não ia dar certo. Ainda mais quando soube que a grávida perde um pouco o ponto de equilíbrio. Junto com essa decisão de parar a musculação, começaram as dores na minha lombar. Nem barriga eu tinha ainda, mas as dores começaram e fortes! Conversando com uma prima, que é fisioterapeuta e médica, falei da natação, mas ai ela disse: opte pelo pilates, você sentirá muito mais alívio. Como seria minha única atividade física, resolvi que faria 3 vezes na semana. E foi a minha salvação durante todo crescimento da barriga. Tive um barrigão e por ser muito baixa, as dores na lombar eram constantes. Com o pilates aliviava muito e ainda mantinha a forma, ficando bem disposta. A minha professora não fazia aquele pilates leve comigo porque eu não era sedentária. Ela simplesmente caprichava! Confesso que por ser mãe de primeira viagem ficava um pouco com medo e recusava alguns exercícios. Junto com o pilates fiz drenagem toda semana. Adorei essa combinação e sempre indico.

Agora leiam o que Thais disse e depois confiram os registros que ela fez durante todo período que fez o pilates grávida. O baby dela já nasceu. Gustavo chegou no dia 28 de dezembro de 2015.

“Antes de engravidar do meu primeiro filho e quando ainda morava em Salvador, fiz pilates por uns 2 anos, por conta, inicialmente de dores na cervical e me encantei. Daí depois mudei de Estado e nunca mais fiz. Na minha primeira gestação como já tinha um tempo sem fazer pilates e praticava apenas a corrida, preferi não recomeçar, talvez por insegurança da primeira gravidez. Quase 4 anos se passaram e engravidei novamente. Como estava muito ativa na musculação, resolvi que faria apenas essa modalidade durante toda a gestação, já que era e de fato fui, acompanhada por uma excelente personal. Mas, por conta da própria gravidez, com umas 18 semanas comecei a sentir fortes dores do músculo piriforme (fica pertinho do ciático). Conversei com minha obstetra e com a minha personal e elas foram incisivas em indicar fisioterapia ou pilates para aliviar as dores de uma gestação que não estava nem na metade ainda. Por conta do amor passado com o pilates e por ser uma modalidade de atividade física, mexemos no meu treino de musculação e inseri 3 vezes semanais de pilates, com acompanhamento de uma fisioterapeuta. Pronto! Dias melhores surgiram!! Em menos de duas semanas as dores foram embora e fiquei muito mais disposta, tanto para as atividades do dia a dia, quanto para o próprio treino de musculação, que passei a fazer 2x por semana, tudo sempre muito bem acompanhado. E assim prossegui até o final da gestação, fazendo a última aula com 37 semanas, quase 38! Não fiz até a véspera pois era recesso das festas de final de ano! Então, o amor antigo, voltou à tona e pretendo retomar o pilates tão logo seja liberada pela médica após o parto!
Para mim, foram só benefícios. Mesmo treinando acompanhada por excelente profissional, liberada pela obstetra e com ganho de peso dentro da normalidade, as dores foram inevitáveis e logo combatidas com o pilates, modalidade que indico à todas as gravidinhas, desde, é claro, que estejam liberadas pela obstetra e acompanhadas de fisioterapeutas com essa habilidade, que graças a Deus eu fui”, contou Thais Coni para o AQE baby.

PREPARADAS PARA AS FOTOS????

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SERVIÇO:

Studio Mais Q Pilates – (81) 3474-4463

IG: @studiomaisqpilates

Instrutoras Adrielly Santos e Bárbara Accioly (IG: @barbaraaccioly)