Bom dia bem colorido e cheio de sabor para vocês!

Faz um tempinho que estava com vontade de comentar um fato que aconteceu comigo no Espaço Família do Shopping Recife. Foi no mês passado. Quando sai da consulta do pediatra com o baby Caio, resolvi dar uma volta no shopping para resolver umas coisinhas. Levei na bolsa uma fruta para a hora do lanche da manhã (era uma banda de um mamão). Levei a colherzinha e o babador. Quando cheguei no espaço tinha uma mãe oferecendo a papinha de frutas da Nestlé (nada contra a papinha). Dei bom dia e coloquei Caio na cadeirinha e quando tirei a fruta da bolsa ela olhou assustada e perguntou: “ele já tem 1 ano”? Ai eu: “sim, acabou de fazer”. Ai ela novamente: “e você ainda dá fruta para ele”? Ai eu internamente: “oi?????????”. Ai eu externamente: “claro que dou fruta para ele e pretendo dar sempre. Eu tenho 30 anos e ainda como frutas todos os dias”. Priu! Morreu a conversa!

Claro que fiquei pensando e refletindo: meu Deus, como essa mãe, nos dias de hoje, com tanta informação que temos acesso e com um filho de pouco mais de 1 ano me faz essa pergunta?! Quem sou eu para julgar, mas fiquei mega assustada com essa realidade.

Bem, quero dizer que Caio come frutas desde os 6 meses e começou bem devagar. A cada mês 3 novas frutas eram introduzidas e sempre elas eram repetidas para ele acostumar o paladar. Hoje, Caio aceita todas as frutas que ofereço e come duas vezes ao dia, nos lanches da manhã e da tarde.

Outra reflexão. Até completar o primeiro aninho, a maioria das mães não relaxa com a oferta das frutas. Quando o bebê completa o primeiro ano, parece que baixa o ‘espírito do relaxamento’ em nós. Sim, soltamos aquele ‘ufa, venci’ e tendemos a ser mais práticas e já começamos a relaxar com a alimentação. Isso porque a criança está mais resistente e os cuidados vão diminuindo. É ai, na minha opinião que caímos na primeira armadilha que pode não ter volta ou pode ser bem difícil contornar. A manutenção das conquistas, no caso, a aceitação das frutas é que é o grande desafio para nós mães. Sinceramente?! Está sendo bem mais difícil e trabalhosa essa manutenção, do que o início da introdução alimentar. Temos que manter o foco, continuar sem oferecer açúcar até os 2 anos de idade e não dar ouvidos à comentários de quem não tem esse mesmo foco ou que criou os filhos na década passada.

Aqui o nosso dia a dia é: frutas frescas compradas toda semana e todos os dias duas frutas diferentes e sempre variando muito com poucas repetições. Sempre deixo ele se melar, pegar com as mãos, morder e ter intimidade com os alimentos. A ideia é nunca criar rejeição sensorial.

Agora umas fotos da trajetória do baby Caio com as frutinhas!

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